Essa é uma mensagem que agradou católicos na primeira coletiva de imprensa de  Joao Lourenço no início desta semana em Luanda. Rádio Ecclesia será autorizada a transmitir em qualquer lugar em Angola, e não só na capital. "Esta é a rádio pertencente à Igreja que nós consideramos séria," disse. “Ampliar sua difusão vai nos ajudar talvez a refrear a proliferação de seitas que têm aparecido em nosso país nos últimos anos", explicou.

 

Para o porta-voz da Conferência Episcopal da Angola, Dom José Manuel Imbaba, este é o fim de uma "grande injustiça".

 

"Eu acolho a decisão do Presidente da República e o parabenizo por sua coragem política", falou. “Agora depende de nós arregaçar as mangas e fazer a coisa certa para que a voz da Igreja seja ouvida por todo o país", completou.

 

O aval dado à Rádio Ecclesia é a mais significante desde que a Igreja  tem sido crítica do poder. Os bispos deram suporte, com uma carta pastoral, dizendo que angolanos só poderiam “sonhar”, 40 anos depois da independência, com um país "próspero, democrático e sem corrupção".

 

 


RCR/Signis World