O Encontro Regional da Associação Mineira de Rádio e Televisão (Amirt) reuniu cerca de 200 pessoas no Salão Nobre da sede da ABCZ, no Parque Fernando Costa, em Uberaba, no sábado, dia 17. O evento contou com a presença de radiodifusores, estudantes, professores e jornalistas de várias cidades de Minas Gerais e de São Paulo. O evento também teve a presença de várias empresas voltadas à radiodifusão, como a RF Mídia e a Biquad Broadcast e palestra do engenheiro José Mauro Ávila, do Comitê Técnico da AESP.


A Amirt realiza anualmente encontros regionais em cidades do interior do Estado, a fim de levar a estes locais conhecimento e oportunidade de esclarecer vários conteúdos. Segundo o presidente da Associação, Mayrinck Pinto de Aguiar Júnior, a intenção pra esses encontros regionais é trazer ao interior a discussão de temas nacionais.

 

Durante o evento foram abordados temas como “Mudanças nas leis trabalhistas do meio rádio”, “Novas tendências e modernização técnica de equipamentos para radiodifusão”, “Inovação como diferencial para emissora”, “Transformando o online da rádio em audiência e vendas”, entre outros assuntos. “É preciso estar com as ferramentas atualizadas para competir nesse mercado, caso contrário está fora da concorrência”, diz.

 

De acordo com o diretor da Amirt, Arnaldo Prata Filho, da regional de Uberaba, no encontro esteve presente representantes de 30 localidades diferentes. 
“E esse foi momento de conhecer um pouco mais sobre a situação atual do rádio no país, trocar ideias e trabalhar para melhoria do rádio. E, pelo que pude perceber, as principais dúvidas dos empresários do ramo estão relacionadas à fiscalização do Ecad e à nova lei trabalhista e a influência na radiodifusão. A modernização e a influência da internet também geram interesse”, explica.

 

Para o presidente da Amirt, o rádio é um veículo de comunicação moderno, “pois conseguiu com a internet algo que os demais estão com dificuldade, que é rapidez e a interatividade, aquelas emissoras que possuem conteúdo nunca vão deixar de existir”, afirma. Com relação à migração da sintonia AM para FM, o presidente afirma que antes as emissoras estavam mortas; em Minas, cerca de oito já tinham desligado o transmissor, “mas, com a migração, voltaram para o mercado, mas, por outro lado, não acredito que teremos novas emissoras”, conclui.

 

 

RCR/TudoRádio/Rodrigo Viriato (Tubarão) /JMOnline