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Igreja Católica marca presença no rádio: RCR é destaque em pesquisa de mídia

Igreja Católica marca presença no rádio: RCR é destaque em pesquisa de mídia

Segundo a pesquisa “Media Ownership Monitor Brasil”, a presença de igrejas no controle de veículos de comunicação no Brasil já pode ser medida. Dos 50 veículos de maior audiência ou capacidade de influenciar o público, ao menos 9 são controlados por lideranças religiosas cristãs. O levantamento foi desenvolvido em parceria pelas ONGs Repórteres sem Fronteiras e Intervozes. A Igreja Católica desponta na pesquisa por meio da Rede Católica de Rádio e também por meio da Rede Vida de TV.  Para  presidente da RCR, Angela Morais, a menção é um reconhecimento do trabalho perseverante das emissoras em fazer comunicação baseada na unidade, verdade e nos valores cristãos. "Nós, como comunicação perante a Igreja para o Brasil e para o mundo, temos essa relevância perante a sociedade. Até porque somos porta-voz de uma instituição de credibilidade milenar, que é a Igreja Católica. Então para a atual diretoria é uma de responsabilidade estar entre as primeiras desta pesquisa de liderança de comunicação. Então o papel da Rede Católica de Rádio sempre foi trabalhar pela unidade e dar voz às pequenas comunidades, às realidades periféricas às quais a grande mídia nunca chegava. Essa é a grande missão da RCR: comunicar um jornalismo, um entretenimento, o religioso, mas sempre à luz do evangelho, por  isso a CNBB dá esta missão a RCR, que congrega mais de 250 emissoras no Brasil e passa hoje por uma reformulação devido aos novos desafios das novas tecnologias, é uma honra mas ao mesmo tempo uma grande responsabilidade estar nesta pesquisa. Reforça como temos força para fazer  o bem às pessoas, levar a boa informação quando nós nos unimos. A RCR é um grande testemunho de unidade entre grandes e pequenas emissoras de rádio que estão à cargo e à responsabilidade da Igreja Católica no Brasil", afirma. História da Rede Católica de Rádio - Fundada em 1994, a RCR é uma associação de emissoras vinculadas a organismos da Igreja Católica e emissoras leigas de inspiração cristã, que prestam serviços às comunidades, paróquias e dioceses em suas regiões. Motivado pelo espírito de comunhão e partilha a RCR visa contribuir para a educação, cultura e cidadania, sempre agindo com lealdade aos ensinamentos evangélicos. Hoje buscamos respostas para essas mesmas questões: evangelizar de maneira comprometida com a transformação da realidade e manter um relacionamento com a por meio de serviços que sejam “a voz dos anseios da comunidade, numa dimensão transformadora e profética". Em temos de tecnologia a RCR se faz presente por meio de aplicativos para celulares e tablets e disseminando conteúdos pertinentes via internet. A Igreja entrou no Rádio para abrir espaço para a evangelização, percebendo que o Rádio é acessível, fácil, ao alcance de todos e principalmente, está em todos os cantos do Brasil, próximo das pessoas. Já na época, as instâncias eclesiais, especialmente a CNBB, insistiram com as dioceses e congregações para reinventar a comunicação católica no Brasil pelo rádio. Atualmente a RCR é formada por sete bases geradoras regionais parceiras em produção de conteúdo e relacionamento com diversas emissoras em todo o Brasil, colocando em comum o ideal evangelizador. As redes parceiras são: Rede Milícia Sat, Rede Aparecida de Comunicação, RedeSul de Rádio, Rede Evangelizar, Rede Scalabriniana, Rede Pai Eterno e Rede Canção Nova.  Imprensa RCR
<strong>Rádio cresce 24% em investimento publicitário</strong>

Rádio cresce 24% em investimento publicitário

Uma pesquisa da Kantar Ibope Media registra que, em 2017, o rádio foi um dos principais responsáveis pelo crescimento de investimentos no mercado de mídia no País.   No ano passado, o rádio arrecadou R$ 6 bilhões, um crescimento de 24% em relação a 2016, quando foram investidos R$ 4,8 bilhões.   A mídia representa cerca de 4,5% de todo investimento publicitário em meios de comunicação. Em 2016, o percentual era de 3,8%.   No levantamento de 2017, novas cidades forma incluídas no monitoramento: Florianópolis (SC), Goiânia (GO) e Vitória (ES).   “O rádio teve um significativo aumento nos investimento de mídia porque é um veículo de comunicação eficiente, que chega a todos os lugares deste país. Além disso, a migração do rádio AM para o FM estimulou novos investimentos”, diz o diretor geral da ABERT, Luis Roberto Antonik.   A pesquisa monitorou cerca de 700 veículos, contabilizando mais de 84 mil marcas que usaram os meios de comunicação para fazer publicidade. Os números mostram um aumento de 1,4% em relação ao ano anterior, chegando a R$ 134 bilhões em valores publicitários brutos em 2017.       RCR/ABERT