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Igreja

Comissão para a Comunicação da CNBB disponibiliza material para o 52º Dia Mundial das Comunicações

Comissão para a Comunicação da CNBB disponibiliza material para o 52º Dia Mundial das Comunicações

Está disponível o subsídio para celebração do 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais (DMCS). O material é oferecido pela Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB a todos os profissionais de mídia, agentes da Pastoral da Comunicação e a quem se interessar.   O livreto apresenta a Mensagem do Papa Francisco para este 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais, cujo tema é “A verdade vos tornará livres – fake news e jornalismo de paz”. São propostas também chaves de leitura, uma celebração da Comunicação e sugestões para divulgação. A produção foi feita em parceria com a agência de comunicação Hesed.   As chaves de leitura para a mensagem são conduzidas pelo arcebispo de Diamantina (MG) e presidente da Comissão para a Comunicação da CNBB, dom Darci José Nicioli. Com o título “Instrumentos da verdade”, a reflexão aborda a comunicação para a comunhão; a responsabilidade, missão e grandeza do profissional da comunicação; comunicação e manipulação; a busca da verdade e a rejeição da mentira; o estar fechado ao diálogo; a educação para a comunicação; a tentação do poder, ter e prazer; compromisso de fé e comunicação libertadora em Jesus Cristo.   Outro aprofundamento é o texto “Em tempos de Fake News, é preciso saber se informar”, do jornalista e doutor em Ciências da Comunicação Moisés Sbardelotto. O especialista dá indicações a partir de três saberes: saber escolher, saber ler e saber escrever.   O roteiro para celebração sugere como data para o Dia Mundial das Comunicações Sociais o dia 13 de maio, festa da Ascensão do Senhor.   Clique e faça download do documento sobre o Dia Mundial das Comunicações Sociais. Clique e faça download do cartaz para o Dia Mundial das Comunicações.     RCR/RCR-PR
Confira o balanço da 56ª Assembleia Geral

Confira o balanço da 56ª Assembleia Geral

Na última coletiva da 56ª Assembleia Geral da CNBB, na quinta-feira, dia 19, em Aparecida (SP), o Cardeal Sergio da Rocha, arcebispo de Brasília (DF) e presidente da entidade, ressaltou o clima de fraternidade que permeou o encontro dos bispos, que se encerra nesta sexta-feira, dia 20.   Para dom Sergio, a Assembleia Geral vai muito além de pronunciamentos, declarações, notas, mensagens ou documentos que são elaborados e aprovados pelo episcopado brasileiro.  “Nós não nos reunimos apenas por produzir textos. Claro que eles são muito importantes. Mas a Assembleia quer ser, em primeiro lugar, um espaço de convivência fraterna, de colegialidade episcopal”, afirmou ele, e acrescentou: “Posso dizer que essa Assembleia tem sido uma das que mais pudemos sentir essa unidade fraterna, essa proximidade afetuosa entre os bispos do Brasil”, destacou o cardeal, chamando a atenção para os momentos de oração e missas ao longo da Assembleia, além o retiro realizado nos dias 14 e 15.   “Nós nos reunimos para, cada vez melhor orientar a missão evangelizadora da Igreja no Brasil, respeitando aquilo que é próprio de cada diocese e de cada bispo, reunimo-nos para buscar, em comum, diretrizes, normas, orientações, para vida da Igreja”, completou dom Sergio, citando as novas diretrizes para a formação de presbíteros aprovadas pelo episcopado, que agora serão encaminhada para o reconhecimento da Santa Sé.   O cardeal também citou a revisão do Estatuto Canônico da CNBB, finalizado nesta Assembleia, e a eleição dos delegados da Conferência para o próximo Sínodo dos Bispos sobre juventude, fé e discernimento vocacional, em outubro, no Vaticano. “Esses nomes só poderão ser divulgados oportunamente, uma vez confirmados pela Santa Sé”, explicou.   Ao comentar a mensagem sobre ao povo brasileiro sobre as eleições de 2018, divulgada na coletiva, Dom Sergio explicou aos jornalistas que a CNBB, quando se pronuncia sobre questões sociais, não adota uma postura partidária.    “Nós não temos partidos políticos nem candidatos próprios e não somos e nem queremos ser partidos ou tratados como tal. Somos um organismo da Igreja que visa a comunhão e a missão eclesial. E para cumprir essa missão é que nós orientamos os fiéis para sua participação na vida social”, afirmou.   “Temos insistido na necessidade dos cristãos católicos participarem mais ativamente da vida política. E isso exige critérios. A Doutrina Social é uma fonte preciosa que os fiéis leigos e leigas necessitam conhecer cada vez mais e que nós queremos por em prática cada vez mais, para que jamais seja desvirtuada essa missão própria da Igreja que é evangelizar. Nós precisamos vivenciar a fé não só dentro do templo, na hora das celebrações, mas no dia a dia da sociedade, inclusive, nos espaços públicos”, enfatizou Dom Sergio.     RCR/CNBB