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Igreja

Divulgado o Hino do 4º Congresso Missionário Nacional

Divulgado o Hino do 4º Congresso Missionário Nacional

A Igreja no Brasil está em preparação para o seu 4º Congresso Missionário Nacional (4º CMN). Depois de apresentar o Cartaz e o Texto-base, agora a Comissão Organizadora divulga o Hino do evento, que ocorre entre os dias 7 e 10 de setembro em Recife (PE).   O Hino “Brasil Missionário” está disponível aqui, bem como a  letra da qual se pode fazer download .    “Parece um milagre missionário esta inspiração: ‘tudo com missão, nada sem missão’”, explica dom Pedro Brito. Ele explica que tudo começou quase por acaso. “Quando solicitado para compor um hino para o 4º Congresso Missionário Nacional comecei a rabiscar o primeiro verso: ‘Ó meu Brasil Missionário’. Em seguida, convidei o diácono Wallison Rodrigues para ajudar. Ele topou e começamos a compor pelo WhatsApp. Escolhemos o frevo, um ritmo genuinamente pernambucano. Então eu compus a primeira estrofe e o refrão. E ele colocou a música”, conta o bispo.   “No refrão, eu sugeri o tema do Congresso: ‘A alegria do Evangelho para uma Igreja em saída’. Ele sugeriu duas linhas a mais e me mandou uma sugestão. Acolhi, mudei a ordem dos termos e fiz a rima. Depois, com a música base na cabeça, compus as duas outras estrofes”, conclui.   O 4º CMN é realizado pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM) em comunhão com o Conselho Missionário Nacional (Comina) e a arquidiocese de Olinda e Recife. A finalidade é impulsionar as Igrejas no Brasil para um dinamismo de saída e de um caminhar juntos no testemunho da alegria do Evangelho, da comunhão e do profetismo. O evento integra a preparação da Igreja no Brasil para o V Congresso Missionário Americano (CAM 5), que será em 2018 na Bolívia.     RCR/POM
Papa Francisco divulga Mensagem para o Dia Mundial dos Pobres

Papa Francisco divulga Mensagem para o Dia Mundial dos Pobres

A Mensagem do Pontífice para o I Dia Mundial dos Pobres foi publicada nesta terça-feira, dia 13, no Vaticano, e tem como tema: “Não amemos com palavras, mas com obras”.   O Dia Mundial dos Pobres foi instituído pelo Santo Padre na conclusão do Ano Santo da Misericórdia, com uma Carta Apostólica intitulada “Misericórdia e mísera”. A celebração, sinal concreto do Ano Jubilar, ocorrerá no 33° Domingo do Tempo Comum, que neste ano será em 19 de novembro.   O Papa começa a Mensagem fazendo citação evangélica do tema central: “Meus filhinhos, não amemos com palavras nem com a boca, mas com obras e com verdade”.   “Estas palavras do apóstolo São João são um imperativo do qual nenhum cristão pode prescindir. A importância do mandamento de Jesus, transmitido pelo ‘discípulo amado’ até os nossos dias, tem pleno sentido diante das palavras vazias que saem da nossa boca”, disse o Pontífice, e completou afirmando que “o amor não admite álibis: quem pretende amar como Jesus amou deve assumir o seu exemplo, sobretudo quando somos chamados a amar os pobres. Aliás, é bem conhecida a forma de amar do Filho de Deus: ‘Ele nos amou primeiro, a ponto de dar a sua vida por nós’”.   E mencionando assim a misericórdia, que brota do coração da Trindade, se concretiza e gera compaixão e obras de misericórdia pelos irmãos e irmãs mais necessitados, o Santo Padre fez diversas referências da vida de Jesus, que ecoou, desde o início, na primeira Comunidade eclesial, que assumiu a assistência e o serviço aos pobres com base no ensinamento do Mestre, que proclamou os pobres “bem-aventurados e herdeiros do Reino dos Céus”.   O Papa Francisco lembrou que, nestes 2 mil anos, muito da história foi escrita por cristãos que, na simplicidade e humildade, se colocaram a serviço dos seus irmãos mais pobres.   Aqui, citou alguns nomes que mais se destacaram na caridade, como São Francisco de Assis, testemunha viva de uma pobreza genuína. O Santo Padre recorda que, para os cristãos, discípulos de Cristo, a pobreza é, antes de tudo, uma vocação; é seguir Jesus pobre; é o metro para avaliar o uso correto dos bens materiais.   “O nosso mundo, muitas vezes, não consegue identificar a pobreza dos nosso dias, com suas trágicas consequências: sofrimento, marginalização, opressão, violência, torturas, prisão, guerra, privação da liberdade e da dignidade, ignorância, analfabetismo, enfermidades, desemprego, tráfico de pessoas, escravidão, exílio e miséria. A pobreza é fruto da injustiça social, da miséria moral, da avidez de poucos e da indiferença generalizada! Diante deste cenário, não se pode permanecer inertes e resignados. Todos estes pobres – como dizia o Beato Paulo VI – pertencem à Igreja por ‘direito evangélico’ e a obriga à sua opção fundamental”, disse o Papa.   Por isso, o Pontífice conclui sua Mensagem para o Dia Mundial dos Pobres convidando toda a Igreja a fixar seu olhar, neste dia, a todos os estendem suas mãos invocando ajuda e solidariedade.   “Que este Dia sirva de estímulo para reagir à cultura do descarte, do desperdício e da exclusão e a assumir a cultura do encontro, com gestos concretos de oração e de caridade, para uma maior evangelização no mundo. Os pobres não são um problema, mas “um recurso para acolher e viver a essência do Evangelho”, finaliza.     RCR/RV