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Igreja

Inscrições abertas para o “II Simpósio Nacional Juntos pela Vida”

Inscrições abertas para o “II Simpósio Nacional Juntos pela Vida”

Já estão abertas as inscrições para o “II Simpósio Nacional Juntos pela Vida”, que acontecerá nos dias 28 e 29 de outubro de 2017, na Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP).   O evento contará com as presenças dos missionários da Canção Nova, Tiba Camargos e padre Sóstenes Vieira; do vice-presidente da Associação Pró-Vida e Pró-Família, Paulo Fernando Melo e do padre Paulo Ricardo, de Cuiabá (MT).   Para participar do Simpósio, é preciso fazer a inscrição pelo link eventos.cancaonova.com/edicao/simposio-juntos-pela-vida-2/, até o dia 28 de outubro, e pagar uma taxa de R$ 35 (trinta e cinco reais). As vagas são limitadas.     RCR/Canção Nova
Papa Francisco é solidário com vítimas do ataque à igreja na Nigéria

Papa Francisco é solidário com vítimas do ataque à igreja na Nigéria

Ao ser informado do ataque contra uma igreja católica na Nigéria, em que 11 pessoas foram mortas no domingo, dia 06, o Papa Francisco enviou uma mensagem de pesar ao bispo de Nnewi, Dom Hilary Paul Odili Okeke.    “Entristecido pelo violento ataque à Igreja Saint Philip, de Ozubulu, Sua Santidade estende suas condolências a todos os fiéis da Diocese de Nnewi, especialmente às famílias das vítimas e aos atingidos pela tragédia e invoca as bênçãos consoladoras para todos”, disse Cardeal Pietro Parolin, Secretário de Estado, que assinou a mensagem.   As investigações iniciais apontam como causa da tragédia uma vingança tribal, e não o terrorismo. O local onde o ataque aconteceu não é ameaçado pelo grupo islâmico Boko Haram, que costuma cometer atentados contra cristãos e muçulmanos, mas tem como alvo principal o nordeste do país. Já a Diocese de Nnewi, onde se situa Ozubulu, está no estado meridional de Anambra e é habitada em maioria por cristãos.   Dom Ignatius Ayau Kaigama, arcebispo de Jos, no centro do país, se encontra em Roma e disse que “o sul da Nigéria é aonde a Igreja Católica está presente há mais tempo; os primeiros missionários chegaram em 1885. Neste território acontecem episódios ligados a questões de terra e agricultura, mas um ataque como este era inesperado”.   Dom Kaigama reza para que esta brutalidade permaneça um ‘caso isolado’ e acrescenta: “Vivemos tantos problemas na Nigéria e não queremos que a tensão aumente. Precisamos de paz porque nosso país tem muitos recursos, que se forem bem usados podem nos fazer viver em paz”, afirma.     RCR/Rádio Vaticano